4.4.06

sem corpo

amo-te sem corpo
nas mãos, no entanto
encontro-te
ilha, sol
areia morna para deitar o meu cansaço
a pouco e pouco
mar
em que mergulho à tua procura

3 comments:

fgs said...

:)

Friedrich said...

Queres saber mesmo a verdade? Só estou mesmo aqui pq o meu blog mandou; para ver se tb comentas a minha história. Alguém disse: "que longa introdução". E eu acrescento, mas é mesmo só uma introdução, porque a história vai formando-se dentro da tua cabeça. - P/ descarado só me falta o chapéu... Senão tiver leitores as vendas baixam. - A poesia não precisa, governa-se sozinha!...

Beijos e abraços

croqui said...

muito fixe o poema,

parabéns pelo blog!